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Adaury Salles Farias

Adaury Salles Farias

Cadeira n° 6

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Desidério Antônio Coelho

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Ocupantes anteriores

Ocupante Atual

Tiago de Oliveira Quingosta
de Sousa

Data da posse: 27/10/2022

Biografia

Tiago Quingosta (11/09/1987, Macapá-AP) é servidor público, bacharel em Direito – tendo atuado como advogado de 2011 a 2019 –, especialista em Direito Processual Civil, especialista em Segurança Pública, escritor, produtor cultural. Recebeu por duas vezes no seu estado o Troféu Equinócio da Palavra, foi Conselheiro de Cultura do Estado do Amapá (Literatura) por dois biênios e hoje ocupa a cadeira nº 6 da Academia Amapaense de Letras – AAL, cujo patrono é Desidério Antônio Coelho.

Publicações Literárias

Foz Florescente (Off Flip, Brasil, 2013), 
Trilogia Poética: Os Opostos Existenciais (Chiado, Portugal, 2016), 
Poemas, Poesias e Outras Rimas (Scortecci, Brasil, 2018), 
Pena & Pergaminho (Ar, Brasil, 2018), 
Literatura Amapaense: Poemas Escolhidos (Amazon, Brasil, 2020)
“Aluvional” (Scortecci, Brasil, 2022). 

Terra Caída (OZezeu, Brasil, 2024)

Quem foi

Quem foi 

Desidério Antônio Coelho

Desidério Antônio Coelho foi um dos membros do Triunvirato amapaense, órgão/junta governativa que objetivou liderar um movimento na área da região da Vila do Espírito Santo (atual município de Amapá), no Estado do Amapá. Sobre a vila: A Vila Amapá, em realidade Vila do Espírito Santo do Amapá (depois chamada Montenegro), nasceu na foz do Igarapé do Campo, à margem direita do rio Amapazinho. O Igarapé do Campo comunicava-se com o lago Grande do Amapá. A Vila Amapá era das mais movimentadas, em razão de sua situação geográfica. Para ela convergiam figuras importantes do Contestado e nela se estabeleceram brasileiros abastados vindos de Belém e de outros locais, atraídos pela Corrida do Ouro em pleno apogeu, pois o Contestado, área de 260.000 km2, era cortado por rios auríferos que produziam anualmente 10 toneladas de ouro (Bento, s.d.). O Triunvirato possuía poderes administrativos, financeiros e militares e teve, como encargo, organizar a chefia militar da região; cabia-lhe elaborar e aplicar leis que envolvessem todos os assuntos de ordem econômica e social da região que integrava o Contestado Franco-Brasileiro. Além de Desidério Antônio Coelho, aclamado como chefe, faziam parte do Triunvirato, que assumiu o governo da região de dezembro de 1894 a maio de 1895, Manuel Gonçalves Tocantins e Francisco Xavier da Veiga Cabral, também conhecido como Cabralzinho. Antes da vigência da junta governativa chefiada por Desidério, os franceses já vinham descumprindo tratados como o Tratado Provisional, de 4 de março de 1700 (declarava neutra área do Contestado) e o Tratado de Utrecht, de 11 de abril de 1713 (estabeleceu como fronteira o rio Oiapoque), principalmente por causa da descoberta de ouro, que aportou desordem e descontrole geral na área. Já o período final do triunvirato, e consequentemente de sua chefia, deu-se no momento da intrusão francesa no Amapá, marcada por invasões, prisões, chacinas e diversos conflitos. Em 13 de junho de 1896 é instalada a Intendência da vila, após o período de agitação causada pela invasão francesa e pela formação do Triunvirato, no entanto, os conflitos no extremo norte do Brasil apenas se encerrariam em 1º de dezembro de 1900, com o Laudo Suíço. Texto: Tiago Quingosta Fontes: Edgar Rodrigues (Matéria do Site Amapá Digital), Matéria do Site Amapá em Destaque, sem autoria; Cláudio Moreira Bento (artigo A intrusão francesa no Amapá em 1895 - e o massacre da Vila Amapá) e José Sarney e Pedro Costa (Livro Amapá: a terra onde o Brasil começa).

Endereço Provisório: Av. Raimundo Álvares da Costa, 2706, Bairro Santa Rita, CEP 68.901-256 Macapá-AP

        E-mail:academiaamapaensedeletras@gmail.com

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